Os Apps que eu uso — Evernote, Notion, Obsidian… — e por que são tantos — Parte I

Apps de produtividade

Como todo profissional, eu preciso me organizar e me certificar de não perder prazos e compromissos. Eu já usei Fantastical e Omnifocus para tanto, mas cheguei à conclusão que, atualmente, os aplicativos nativos da Apple de calendário e lembretes me bastam, pois, especialmente o último, evoluiu muito nos últimos anos. O Omnifocus, em especial, acabava tendo funções excedentes para minhas necessidades e, nesse caso, menos é mais. Do mesmo jeito que um app não pode ficar aquém de suas necessidades, se ele for além, ele também tende a lhe tornar ineficiente, dada a complexidade de operar com ele.

Apps para knowledge management

Aqui eu começo reconhecendo uma falha minha. Eu não uso um software para fazer o gerenciamento das minhas referências bibliográficas. Eu já tentei e não me adaptei. Sem contar que, via de regra, me deparo com revistas que possuem páginas detalhadas de orientações para que autores elaborem as referências dos artigos que pretendem submeter, o que torna programas como Mendeley, Endnote e Zotero bem menos úteis. De toda forma, eu vou tentar de novo me adaptar a essas ferramentas, desta vez, com o Zotero. Se tanta gente produtiva usa algum desses programas, eu não acho que eu deva estar certa em não usar qualquer um deles. Dificilmente, acho sábio presumir que eu seja a única de passo certo.

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Sou professora de filosofia. Escrevo sobre temas ligados à ética, à filosofia política e à prática de pesquisa.

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Andrea Faggion

Andrea Faggion

Sou professora de filosofia. Escrevo sobre temas ligados à ética, à filosofia política e à prática de pesquisa.